Minha Gratidão pelos Dons Recebidos...

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 No ano passado, 2011, solicitei à Liderança um tempo de preparação antes de assumir minha  transferência da Comunidade da Casetta Nova, perto de Roma para a Casa Nazareth, em Pádua e   recebi o dom de ir passar um tempo em Cincinnati, nos Estados Unidos, de 10 de julho a 11 setembro. Agradeço especialmente Irmã Anna Ingoglia, Irmã Tiziana Merletti e o Conselho, que aceitaram o meu pedido. Agradeço também as Irmãs da minha Comunidade que me apoiaram e me incentivaram a fazer essa experiência, e à Comunidade da Casa de Paz Pinecroft, que me acolheu.

 

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Recebi um tempo para oferecer...
... a experiência que eu tinha vivido até aquele momento na Casa de Formação da Itália e preparar meu coração para algo de novo. Recebi um tempo para orar diariamente com a Comunidade, um tempo para permanecer em silêncio fazendo minhas orações pessoais, para participar dos retiros mensais com as Irmãs da Casa de Paz Pinecroft e contemplar a beleza da natureza ao seu redor.  Foi um  tempo de conhecer novas pessoas: Irmãs, Afiliados, colegas de escola, pessoas no ônibus, nas ruas, minha motorista da linha 17 para Mount Airy, as mulheres do Lugar de Tamar, voluntários e funcionários dos vários ministérios que visitei, os franciscanos, leigos e consagrados que renovaram seus votos durante o Encontro Franciscano.

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Recebi a Cura . . .
... das Irmãs  June, Marie Clement e Bonnie, de Ed e Joan, de Leah e de muitas outras pessoas que me ajudaram a familiarizar-me com as particularidades da cultura norte-americana. Presenciei a cura e o respeito nas relações entre as Irmãs.  Tive a oportunidade de dizer adeus a Irmã Rosalita antes da sua partida e testemunhei a ternura com que ela foi acompanhada durante a última etapa de sua caminhada.  Recebi a cura de Irmã Karen que me acolheu em sua casa por alguns dias, com simplicidade e cordialidade. Senti o carisma de cura que habitava entre nós e dentro de mim, em tudo o que recebi e naquilo que pude oferecer.

Recebi um Diploma . . .
...depois de estudar inglês o tanto quanto possível durante esse breve período, procurando trabalhar minha pronúncia para conseguir diferenciar “Tuesday” (terça) de “Thursday”(quinta-feira) e ser compreendida. Uáu! Como gostei da experiência internacional na escola onde estudei!  Meus colegas vinham dos mais diversos países —  Coréia, China e Japão;  Brasil, Venezuela e Espanha; Arábia Saudita, República Tcheca...  — e entrei em contato com línguas, idiomas, religiões e costumes completamente diferentes de todos os que eu conhecia. Era  difícil nos entendermos e nos mantermos abertos a cada um!  Nessa mistura cultural, senti minha identidade natural como sendo absolutamente italiana, com todas as riquezas e contradições características do meu povo, mas ao mesmo tempo, com fazendo um esforço para me abrir a essa realidade tão comum no mundo de hoje, que se tornou como um vilarejo global.

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Recebi um presente de Madre Francisca . . .
...a sua presença, que encontrei na ousadia dos novos ministérios como o Celeiro do Centenário, onde há espaço até mesmo para a “dança da vida” e no Lugar de Tamar, onde as sementes estão sendo livremente espalhadas nos corações das mulheres que passam por lá, na esperança de que uma atmosfera calorosa e acolhedora possa levá-las a querer mudar de vida, e a ter dignidade. Encontrei-a ainda no ânimo de enfrentar o desafio de cooperar com outras pessoas no Centro Social São João, onde preparei sanduíches junto aos volutários e outras pessoas.  E em Hamilton, Ohio, tanto nas várias paróquias, como na comunidade de vida independente para idosos, a Casa de Repouso Nossa Senhora dos Bosques.  Encontrei a presença de Madre Francisca também na vitalidade das Irmãs do Convento Santa Clara, e na paz com que as mais idosas já contemplam o semblante de Deus.  Vi com meus próprios olhos Madre Francisca caminhar conosco!

 No final, disse a mim mesma: “Estou pronta para retornar”,  pronta para deixar o ministério que desempenhei por tantos anos, pronta para virar a página e ir viver com novas companheiras de caminhada, falar uma nova língua (o dialeto veneziano), e assumir um novo ministério. Estou pronta, Senhor. Dá-me a humildade e a honestidade que necessito para seguir teus passos!

Ir. Marina Triglia, sfp

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